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Tondela ACERT

Domingo, 04.11.12

trio filipe melo

 

concerto · 17 novembro

sábado às 21:45
sócios 5 eur · não sócios 7,50 eur



Este trio surge da vontade de apresentar ao público um colectivo de músicos que falam a mesma linguagem, e que aqui encontram um espaço para experimentar e compor livremente. 
Nesta formação, Filipe Melo conta com André Carvalho (contrabaixo) e João Rijo (bateria) - dois músicos com quem se apresentou regularmente em diversas formações. O pianista Filipe Melo, nasceu em Lisboa  e estudou no Hotclube de Portugal e no Berklee College of Music. Do seu percurso destaca-se, por exemplo, a colaboração com Peter Bernstein, Omer Avital, Donald Harrison Jr., Jesse Davis, Sheila Jordan, Paulinho Braga, Swingle Singers, Martin Taylor, Perico Sambeat, Herb Geller, Orquestra de Jazz do Hotclube, Orquestra Metropolitana, entre muitos outros.  

Tocou em inúmeros festivais - Israel, Angola, Egipto, Croácia, Roménia, etc.

"Com este trio, pretendo desenvolver uma voz cada vez mais pessoal, em que a tradição e a modernidade se fundem e criam a liberdade para que a música siga qualquer rumo, sem impedimentos. Por tocar muito com estes dois músicos, existe uma empatia, uma amizade e uma confiança que permitem que a música aconteça de uma forma muito especial."

IMPRENSA:

"E basta por várias razões, que vão da original escolha de repertório à inteligência e talento derramados nos arranjos, passando pela consistência narrativa do jovem pianista Filipe Melo e pela inesgotável capacidade que o seu trio tem de produzir um swing seguro e altamente contagiante.""
João Pedro Oliveira
Diário de Notícias
"Um bom pianista português com que haverá que contar."
Raul Vaz Bernardo
Expresso



exposição até 14 de novembro

galeria novo ciclo acert
entrada gratuita 
Nada nos inquietará?
George Steiner na sua obra intitulada “Gramáticas da Criação” refere o seguinte: “A esperança e o medo (…). A esperança contém um medo de não consumação. O medo tem em si um grão de esperança, o pressentimento de poder ser superado. É o estatuto da esperança que é hoje problemático.”
Desta constatação advém o título do presente registo fotográfico: Nada nos inquietará? O referente do dito registo é óbvio: a destruição da floresta pelo fogo. E o que poderá representar tal destruição? Deliberadamente, através de um discurso imagético, “denuncia-se”, sem nunca perder de vista a metáfora, o espectro “niilista” que teima em pairar sobre o sistema de valores vigente. Porém, apesar de todas as imagens exibirem uma sequência que se revela tão desoladora quanto decadente, coexiste nelas uma visão cíclica, qual eterno retorno, que deixa pressentir o poder de uma inevitável recriação… 

 

 

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publicado por NCBPortugal às 22:55








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